FANTASIA

A Fantasia , A ilusão, A expectativa, A idealização, nossos veneninhos paralizantes.

Envenenam a realidade.  E no final das contas podem até abstrair em nós o valor da realidade,  da possibilidade inerente ao real de que tudo pode diferir do que está sendo. Sim, seguir diferindo, sempre, e consecutivamente, segundo após segundo. 

Vamos brincar com as fantasias (roupas) e olhar para elas no viés do que materializa em nós outra imagem diferente do que geralmente vemos em nós, do que incorpora em nós outros gestos, do que interpreta em nós outra apreensão de mundo , e até mesmo do que fomenta em nós outros pensamentos e falas. 

Vamos vestir constantemente outras experiências mais sutis das roupas: Uma saia justa e longa que torna andar passos  bem pequenos; ou o sapato de salto alto que altera a altura de onde vemos o mundo; e o esvoaçar de um tecido esvoaçante que faz-nos sentir esvoaçantes. 

Nossos veneninhos, precisam receber um peteleco,  para  que como  bolas de gude e suas cores de limites borrados sigam passando.

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Camiseta Chá, meu colete Romantico.